Toffoli afirma que os militares queriam derrubar Jair Bolsonaro


Não é de hoje que uma pequena parcela barulhenta da sociedade grita pelo artigo 142 e esquecem de informar os desavisados que, caso os militares assumam o poder, Jair Bolsonaro será destituído e 4 anos de trabalho serão jogados no lixo.

Bolsonaro cometeu o erro de colocar nos ministérios e até na vice-presidência, militares com patentes acima da dele e, em uma Regime Militar, Bolsonaro, na linha de hierarquia, obedece a eles.

Os saudosistas de 64 não conseguem compreender que os heróis daquela não estavam entorpecidos pela ideologia comunista. Eles nos salvaram de um golpe comunista. Os militares de hoje não são os mesmos de ontem. Não se enganem. Os de 64-85 foram únicos e colocaram um marco na história: O contra-golpe que salvou o Brasil.

 

Em entrevista a Revista Veja, o ministro Dias Toffoli afirmou que o Brasil esteve à beira de uma crise institucional entre abril e maio – e afirmou que a sua atuação foi fundamental para conter a insatisfação que, segundo o magistrado, se avolumava.

Sem muitos detalhes, o ministro afirma que os setores políticos estavam insatisfeitos com a falta de uma contrapartida (compra de votos), o meio empresarial que não tinha segurança da aprovação da reforma da Previdência e até dos militares. Falsas tensões criadas pela mídia mainstream para pressionar o impeachment de Bolsonaro.

 

Segundo a matéria veiculada pela Revista Veja, um dos generais próximos ao presidente chegou a consultar um ministro do Supremo para saber se estaria correta a sua interpretação da Constituição segundo a qual o Exército, em caso de necessidade, poderia lançar mão das tropas para garantir “a lei e a ordem”. Em outras palavras, o general queria saber se, na hipótese de uma convulsão, teria autonomia para usar os soldados independentemente de autorização presidencial.

Arte/Revista Veja

Carlos Bolsonaro tentou nos avisar, quando postou nas redes sociais que uma tentativa de golpe estava em curso contra seu pai, o presidente, orquestrado pelos militares que despacham no Palácio do Planalto.

Para evitar uma verdadeira crise institucional, o presidente Bolsonaro, o ministro Dias Toffoli, o deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e o senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, além de autoridades militares, se reuniram separadamente mais de trinta vezes para resolver o problema. As reuniões deram resultados positivos: o projeto do parlamentarismo voltou para a gaveta, a CPI da Lava-Toga arquivada e a Reforma da Previdência, aprovada. Os ânimos foram pacificados.

 

Veja revela que o segundo semestre de 2019 será tenso para todos os setores da sociedade. Segundo informações, o STF será protagonista de uma agenda capaz de elevar a temperatura política a níveis de alta octanagem. De acordo com o que decidirem os ministros, o ex-presidente Lula poderá ser solto, o ex-juiz Sergio Moro ser considerado suspeito e processos que envolvem corruptos de vários matizes acabar anulados. Isso para falar apenas de três casos relacionados à Operação Lava­Jato. O STF também vai definir, entre outros assuntos delicados, o destino da investigação sobre o senador Flávio Bolsonaro e concluir o julgamento que pode resultar na descriminalização de drogas como a maconha.

O responsável por conduzir a agenda é o ministro Dias Toffoli – caso este não sofra impeachment – e a decisão final caberá ao Supremo sobre qualquer assunto — goste-se ou não do veredicto.

 

Embora o magistrado garanta que a Lava-Jato não está ameaçada, caso o ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro for considerado suspeito, os processos que envolvem corruptos de vários matizes serão anulados e os condenados, soltos.

 

No que versa as decisões do STF, cabe a nós definirmos o resultado das pautas. O Brasil é nosso. Não serão os onze ministros que estarão a mercê das consequências de seus votos e sim nós, o povo.

O ativismo já implícito em suas decisões, acarretará crises institucionais e desequilíbrio das bases sociais. A atuação obscena de alguns magistrados como Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e o indigesto Gilmar Mendes refletem diretamente na população civil. No alto de suas togas, fardados em suas arrogâncias e megalomanias, estes decidem em prol de seus comparsas (ops.. colegas) e familiares.

Toffoli não evitou golpe algum. Jair Bolsonaro não perdeu o apoio de seu eleitorado. É inviável e praticamente impossível um golpe nesse cenário.

As ruas serão a nossa única saída e nossa única defesa. Será através do asfalto, que nós nos faremos ouvidos e vistos. E será através da união que influenciaremos as decisões dos semi-deuses que povoam os corredores do Supremo.

Nada tira o sono dos congressistas e ministros do que milhões de vozes entoando um único grito: O BRASIL É NOSSO!

1 Comentário

  1. Avatar
    14 de agosto de 2019
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    A Direita Brasileira necessita de uma Central e o conservadorismo precisa se aliar aos principais conservadores de outros países!

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